Fertilização

Fertilização

terça-feira, 15 de novembro de 2011

''Quando tudo começou " mas um dia terei minha vitoria ""

Há dois anos atrás 2009 , comecei o tratamento a querer entender como funciona este procedimento;fui em vários médicos errei acertei fui enganada mas agora estou no caminho... tenho. muitas coisas para dividir tenho muitas duvidas mas tbm aprendi muitooo sobre os tratamentos fiz 3 em 2 anos que resultaram em 2 gravidez mas que não e evolui uma gravidez anembrionária  (OVO CEGO)quando o embrião não se forma !!!que é um «óvulo cego»?
Também conhecida por «gravidez anembriónica», acontece quando umóvulo fecundado se agarra às paredes do útero mas não sofre qualquer desenvolvimento. O saco amniótico surge mas não o embrião.
Um óvulo cego ocorre normalmente, no primeiro trimestre, mesmo antes da mulher saber que está grávida. Um alto nível de anormalidades cromossomáticas leva o corpo da mulher a rejeitar e a abortar de forma espontânea.

Como saber se teve ou tem um «óvulo cego»?
Um óvulo cego pode ocorrer muito cedo na gravidez. Os sintomas que se manifestam são em tudo semelhantes a uma gravidez normal: falha no período ou menstruação atrasada, e teste de gravidez positivo.
É possível que tenha câimbras abdominais e algumas hemorragias vaginais.

Muitas mulheres julgam ter uma gravidez normal, só porque os seus níveis de HCG estão a aumentar.
A placenta pode continuar a crescer e a suportar-se sem o bebé por um curto período de tempo, e as hormonas podem aumentar, o que leva as mulheres a crerem que estão mesmo grávidas.
Não existe diagnóstico conclusivo até que a ecografia confirme útero ou saco amniótico vazio.

...e outra gravidez gemelar que perdi com (26 semanas) por tive (IIC) incompetência istmo cervical o colo do útero não aguenta o peso e assim o corpo entra em trabalho de parto muito prematuro terei que fazer uma(Cerclagem) em uma próxima gravidez o que é cerclagem??
Cerclagem é uma costura ao redor do colo uterino, com um ou dois pontos, feita com anestesia em um centro cirúrgico, logo após o 3o mês de gestação ou por volta da 13a semana. Essa costura ajuda a manter o bebê no lugar, quando ele começa a exercer pressão sobre o colo do útero e a mãe apresenta a chamada incontinência istmo-cervical - o colo uterino mais aberto do que o normal. Nessa condição, há risco de perda precoce do feto. Pelo que você conta sobre a orientação do seu médico, essa deve ter sido a causa do seu aborto. Esse problema pode estar relacionado a traumas sofridos anteriormente no colo do útero, como cirurgias malfeitas, ou também ter origem numa fraqueza inata das fibras dessa região. Os pontos da cerclagem são retirados quando o bebê estiver maduro para nascer e com o início das contrações uterinas, seja o parto normal ou uma cesariana!! 
e agoar estou na luta um grande beijo no corações de vcs...

Fertilização

As principais indicações para o uso desta técnica são as seguintes:

- Fatores masculinos: Baixa contagem de espermatozóides, baixa motilidade, distúrbios da morfologia, presença de anticorpos antiespermatozóides
- Fatores femininos: Alterações hormonais com distúrbios ovulatórios, endometriose, lesões nas trompas com obstrução
- Esterelidade sem causa aparente

A FIV consiste basicamente na retirada de óvulos do ovário da paciente, fertilização destes com o sêmen do marido no laboratório e na posterior transferência dos embriões resultantes para o útero. Para isto algumas etapas devem ser observadas:

1- A paciente deve ser cuidadosamente avaliada e todos os exames pertinentes devem ser solicitados para o procedimento ser realizado com a máxima eficiência. Dentre estes exames temos: Avaliação hormonal com exames de sangue, ultrassonografia transvaginal, histeroscopia, histerossalpingografia, colpocitologia oncótica e espermograma.

2- Após avaliação inicial, um protocolo com os medicamentos a serem administrados à paciente é elaborado para obtermos produção de um número adequado de óvulos a serem fertilizados. Durante a estimulação ovariana com estas drogas, a monitoração da paciente com ultrassonografia transvaginal seriada e exames de sangue são necessários, para podermos prever com exatidão o momento ideal de se fazer a retirada de óvulos.

3- Admissão da paciente na clínica para a aspiração de folículos e obtenção de óvulos. Neste dia, a paciente em jejum é encaminhada ao Centro Cirúrgico, num ambiente absolutamente estéril, onde é submetida a uma sedação por via endovenosa e através de ultrassonografia transvaginal podemos visualizar o ovário e os folículos. Conectado ao transdutor transvaginal está uma agulha especial que irá puncionar os folículos para obter os óvulos para o processo de fertilização. O líquido que é obtido do folículo contém o óvulo e é entregue à bióloga. Ele é examinado no microscópio e transferido para uma incubadora. Esta é uma máquina que imita o ambiente do corpo humano, onde os óvulos ficam incubados para fertilizarem após a adição de espermatozóides. Os óvulos ficam em pequenos pratos plásticos, imersos em um líquido que simula as condições da trompa da mulher, onde eles seriam normalmente fertilizados. Após a seleção e colocação dos óvulos na incubadora, uma amostra de sêmem é obtida do esposo e preparada para o processo de fertilização. Dependendo do caso, cerca de 100 a 500 mil espermatozóides são adicionados a cada prato com os óvulos e deixados por um período de 17 a 18 horas para o processo de fertilização. Após este período, os pratos são inspecionados e a presença de fertilização é confirmada pela observação de 2 pronúcleos no óvulo.

Acompanhamento diário é feito para se avaliar a evolução das divisões celulares do embrião formado. 

4- Novamente a paciente é admitida na clínica para a transferência de embriões. Dependendo do caso, ela é feita entre o segundo e o sétimo dia após a retirada de óvulos. O processo consiste em colocarmos os embriões em um cateter plástico, extremamente macio e maleável, e o introduzirmos através do colo até o interior do útero onde estes são depositados. O procedimento pode em alguns casos ser guiado por ultrasom para melhor posicionamento do cateter dentro do útero. Após o procedimento, a paciente deve permanecer em repouso por um período de algumas horas na clínica e depois por cerca de 48 horas em casa.



A ICSI revolucionou o tratamento da infertilidade especialmente em relação ao fator masculino. A técnica consiste na injeção de um único espermatozóide dentro do citoplasma do óvulo da mulher. O procedimento só foi possível graças ao desenvolvimento de microscópios especiais e micromanipuladores que permitem através de movimentos microscópicos ultra finos, a manipulação precisa de óvulos, espermatozóides e embriões. A técnica permite que homens com taxas de espermatozóides muito baixas, sem motilidade ou pacientes com falha de fertilização em FIV anteriores possam ter sucesso em gerar filhos. 

O procedimento é uma “variante” da FIV onde todas as etapas iniciais são identicas nos dois procedimentos. A diferença está exatamente no processo de fecundação do óvulo: enquanto que na FIV clássica o óvulo é incubado com cerca de 100 a 500 mil espermatozóides, na ICSI somente um espermatozóide é utilizado por óvulo. 

Segundo relatório da Sociedade Americana de Fertilidade, em 1998, cerca de 16.650 ICSI foram realizadas em pacientes abaixo de 35 anos com um percentual de 35.7% de gestação. Em pacientes acima de 40 anos foram realizados 4350 procedimentos com um percentual de 10.3% de gestação. 

Utilizada inicialmente para solucionar os casos mais difíceis de infertilidade masculina, a ICSI hoje está sendo utilizada em larga escala até mesmo nos casos onde não há alteração de espermatozóides. Atualmente, alguns Centros fazem unicamente ICSI em todos os casos de fertilização artificial.

O que é tratamento de fertilização in vitro

Fertilização in vitro
Se a infertilidade já é uma certeza, a fertilização in vitro poderá ser uma solução. Este método implica que a fertilização seja feita fora do corpo: o óvulo é fecundado pelo espermatozóide numa espécie de pequeno recipiente de vidro (de nome proveta), num ambiente controlado; sendo esta considerada uma técnica de reprodução assistida. Esta técnica é realizada em ambiente laboratorial colocando in vitro um número significativo de espermatozóides à volta de cada ovócito, procurando desta forma obter embriões de qualidade a transferir posteriormente para a cavidade uterina.
O primeiro bebé “feito” desta forma nasceu em 1978 na Grã-Bretanha, sendo considerado o primeiro “bebé proveta” do mundo.

Fases e efeitos secundários                       

Antes de poder optar por uma fertilização in vitro deve fazer uma série de exames físicos, para verificar se é uma boa candidata a este tratamento de infertilidade. Se for aprovada passar-se-á o seguinte:
Inicialmente será necessário tomar medicamentos que suprirão a actividade dos ovários, é habitual inalar um spray de hormonas durante cerca de 21 dias. De seguida tomará uma série de injecções que irão estimular os ovários, que os levarão a produzir mais óvulos. O processo é controlado por análises sanguíneos e por ecografias. Esta fase implica sintomas como: transpiração excessiva, rubores, tonturas, insónia e secura vaginal.
Na fase seguinte os óvulos são retirados pelo menos 1 hora antes de ocorrer a ovulação. Logo que os folículos estejam prestes a libertar os óvulos é-lhes aplicada uma injecção de gonadotrofina crónica humana (HGC) para estimular a ovulação que fará libertar os óvulos e que irá permitir a sua recolha por aspiração. Esta injecção implica sintomas semelhantes aos da tensão pré menstrual como: tristeza, inchaço, cansaço, ansiedade e um mau estar geral.
No momento de recolher os óvulos é aplicada uma anestesia local, e com uma agulha muito pequena serão aspirados alguns óvulos. Esta agulha é inserida usualmente pelo topo da vagina ou pelo abdómen. A recolha de óvulos, devido à anestesia e a todo o processo, implica dores nos ovários, bem como no abdómen.
De seguida os seus óvulos e os espermatozóides do seu parceiro (obtidos após uma colheita de esperma sendo normalmente sujeitos a algum tratamento prévio) são colocados juntos para serem fecundados. Durante os dias seguintes, os óvulos fecundados irão dividir-se e tornar-se-ão embriões. A transferência de embriões é um processo emocionalmente desgastante devido à carga emocional que esta fase implica, para além de poder implicar dores nos seios e em todo o abdómen.

Prepare-se emocionalmente

Se optar pela fertilização in vitro deverá estar acompanhada por alguém que a apoie a nível emocional, e por vezes o parceiro não é suficiente; pedir ajuda psicológica poderá ser uma solução. A fertilização in vitro tem bons índices de sucesso, mas por vezes serão necessárias diversas intervenções que poderão ser dolorosas e emocionalmente desgastantes. Este tratamento é usualmente um tratamento dispendioso, por isso, saiba quando deve parar, nem que seja fazer um interregno emocional até decidir iniciar um novo tratamento. 

Estou criando.

Estou criando um blog com todas as informações para fazer o tratamento. Vocês irão adorar. Aguardem.